O protelamento em ações civis públicas relacionadas a danos ocasionados ao meio ambiente é tão prejudicial que promotores paulistas já recomendam que os colegas abram mão de pedidos de liminares.
De acordo com levantamento da instituição, vale mais a pena arriscar o tudo ou nada, ou seja, deixar o juiz decidir o mérito de uma vez, do que pedir a liminar, para evitar algum desmatamento ou poluição iminente.
Isso porque a maioria dos magistrados acaba por conceder efeito suspensivo aos agravos de instrumento nas ações em que há liminar, sem pensar no efeito nocivo à vida no planeta que a demora no julgamento desses recursos, que chega a levar anos, podem causar.
Dá-lhe bom senso.
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