A afirmação é do ministro Joaquim Barbosa, ao comentar a "façanha" do juiz mineiro que ouviu 98 testemunhas do processo do mensalão em três semanas.
Resta saber: a pressa é, mesmo, a inimiga da perfeição?
30 março 2009
26 março 2009
Caso Daslu tem sentença
Apontada como uma das "chefes" de uma "organização criminosa", Eliana Tranchesi é classificada como uma "empresária de criminalidade sofisticada" pela juíza Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara Federal de Guarulhos (Grande SP), em sentença que condena a dona da butique Daslu a 94 anos e 6 meses de prisão por crimes como descaminho e falsidade ideológica. A decisão desta quinta (26) sai quase 5 anos depois do início do caso, em 2005, com a Operação Narciso, da Polícia Federal.
Leia mais sobre a sentença
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19 março 2009
Protógenes, Veja e blogueiro
O delegado Protógenes Queiroz, que prometera falar com a imprensa somente após a CPI dos Grampos, no dia 1º de abril, resolveu nos conceder uma entrevista exclusiva nos estúdios do UOL.
Protógenes, que não me conhecia, disse que só aceitou o convite em razão de uma nota publicada no domingo (15) (leia aqui) sobre um seminário em SP. O texto não trazia nenhuma defesa sua, mas Protógenes a considerou "verdadeira".
Na entrevista, Protógenes também teve de comentar todas as polêmicas da Operação Satiagraha, em especial, sobre texto (não era reportagem) da revista "Veja". (Leia a íntegra e assista ao vídeo aqui)
Vale dizer que, horas depois da transmissão ao vivo da entrevista, o blogueiro da "Veja" Ricardo Azevedo, dizendo que esta jornalista era apresentadora, criticou a maneira como as perguntas foram feitas (leia aqui). Alguns amigos resolveram postar comentários no blog mas, segundo eles, não foram publicados. Cerca de 30 opiniões.
Ao referido blogueiro, tenho a dizer apenas que o tempo despendido na análise da formulação das perguntas poderia ter sido o mesmo gasto pela revista em ouvir o outro lado antes de publicar uma série de acusações, ainda que documentadas. Sem entrar no mérito sobre se as denúncias são verdadeiras, documentos, blogueiro, não são condenação.
Para finalizar, uma pergunta deixou de ser feita a Protógenes ainda ao vivo, mas o delegado respondeu a esta jornalista ao despedir-se: "A Veja não entrou em contato comigo".
Protógenes, que não me conhecia, disse que só aceitou o convite em razão de uma nota publicada no domingo (15) (leia aqui) sobre um seminário em SP. O texto não trazia nenhuma defesa sua, mas Protógenes a considerou "verdadeira".
Na entrevista, Protógenes também teve de comentar todas as polêmicas da Operação Satiagraha, em especial, sobre texto (não era reportagem) da revista "Veja". (Leia a íntegra e assista ao vídeo aqui)
Vale dizer que, horas depois da transmissão ao vivo da entrevista, o blogueiro da "Veja" Ricardo Azevedo, dizendo que esta jornalista era apresentadora, criticou a maneira como as perguntas foram feitas (leia aqui). Alguns amigos resolveram postar comentários no blog mas, segundo eles, não foram publicados. Cerca de 30 opiniões.
Ao referido blogueiro, tenho a dizer apenas que o tempo despendido na análise da formulação das perguntas poderia ter sido o mesmo gasto pela revista em ouvir o outro lado antes de publicar uma série de acusações, ainda que documentadas. Sem entrar no mérito sobre se as denúncias são verdadeiras, documentos, blogueiro, não são condenação.
Para finalizar, uma pergunta deixou de ser feita a Protógenes ainda ao vivo, mas o delegado respondeu a esta jornalista ao despedir-se: "A Veja não entrou em contato comigo".
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