30 maio 2008

Caso Paulinho

Sobre as acusações que pesam contra dois de seus clientes, sócios de uma casa noturna supostamente utilizada para lavar dinheiro de fraudes no BNDES, o advogado Anderson Real resume da seguinte maneira a argumentação de que o local era apenas freqüentado por modelos, mas não se tratava de um prostíbulo: "É um preconceito que remonta tempos antigos".

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