Cabeça embaralhada, vidros embaçados. Um relaxamento eufórico, euforia relaxante, confiança em excesso. Alucinações, agitação, confusão. Movimentos bruscos transformados em uma dança flamejante pela mente.
É claro que, se você está lendo este blog, não morreu de overdose. Será?
Pois este recado se estende a todos aqueles frustrados com uma cobertura superespetacularsensacionalistaextremada do caso Isabella.
Se a comparação com a cadeia da droga é válida, somos dealers muito mal remunerados, a fornecer um produto muito mal fabricado. Digo nós, repórteres, quase rebaixados a aviõezinhos.
Já nossos chefes do tráfico continuam a abastar a clientela e os próprios bolsos. Vontade que fosse um tiro na testa.
Overdose de informação.
Luto.
Deles? Só os com consciência. Meu? Um pouco. Seu? Óbvio.
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