O prefeito de São Paulo pode até alegar que teve suas contas de campanha aprovadas pela Justiça Eleitoral, que agora determinou sua cassação por irregularidades em doações nas eleições 2008. O que ele não pode dizer é que teve sua conduta tolerada.
Nenhum dos dois juízes que analisaram a prestação de contas concorda que é correto receber mais de 90% da verba de campanha do comitê do DEM, sem discriminar de onde ela veio. É legal, mas imoral.
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