Está aí um caso a ser pensado. O júri popular entendeu que Marcola, apontado como líder máximo do PCC (Primeiro Comando da Capital), mandou matar o juiz corregedor José Antonio Machado Dias, de Presidente Prudente, interior de SP. Pelo crime ocorrido em 2003, a pena foi fixada em 29 anos de prisão.
Enquanto isso, na plateia da 1ª Vara do Júri da Barra Funda, na capital paulista, a questão era se somente um bilhete, interceptado por agentes penitenciários e supostamente destinado a Marcola, informando que o juiz havia morrido, seria prova suficiente para condenar um réu.
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